É incrível e ao mesmo tempo inevitável , que , quando toco no assunto de fidelidade , meus pensamentos logo são arremessados ao animal irracional , contrastando com o racional , o homem .
A algum tempo atrás , ouvi uma história que me comoveu e trouxe reflexões profundas sobre o caráter humano .
Havia um homem que possuía um cão , e este fazia parte de seu convívio, desde filhote .Certo dia , em mais uma prova da incrível facilidade humana de alteração de sentimentos e afloramento do egoísmo , aquele homem cansou-se daquele que durante tantos anos lhe foi fiel . Sendo guiado pelo vício de julgar pelas aparências , não encontrando mais nenhuma utilidade naquele cão já velho , resolveu livrar-se dele . Como morava próximo a um riacho , teve o maquiavélico pensamento de se livrar dele colocando-o em um barco , e lançando-o ainda vivo no meio das águas , causando seu afogamento e consequentemente , se livrando daquilo que achava ter se tornado seu " problema " .
Durante o percurso entre a casa e o local onde se encontrava o pequeno barco , o cão como sempre , o seguiu fielmente , demonstrando até um pouco de alegria , imaginando ingenuamente que se tratava de mais um gostoso passeio . Já no meio do rio , talvez começando a perceber a intenção de seu até então amado dono , começou a se debater , resistindo até não aguentar mais, os empurrões que o homem lhe dava em direção às profundas águas . Resistência em vão , pois a força e maldade daquele homem infelizmente acabou vencendo . Já livre do cão , o homem retorna com o barco para a beira do rio , quando percebe a falta de uma corrente que havia ganho de sua mãe ainda criança . Passa então a amaldiçoar o cão , muito nervoso , dizendo-se arrependido do dia em que resolveu pegá-lo para criá-lo , pois imaginava ser ele o responsável pela perda daquele bem tão precioso .
Chega em sua casa , ainda muito bravo , e enquanto retira sua roupa molhada pela chuva que caía naquele dia , ouve um barulho na porta . Assustado e surpreso , fica atônito quando visualiza aquele mesmo cão , já rastejando , praticamente no seu último suspiro , se lançando no tapete da sala , com a corrente em sua boca , numa última atitude de fidelidade , e caindo morto no chão .
Moral da história : A quem , ou , a que , realmente , temos dado valor em nossa vida ? Será que não temos aberto mão muitas vezes do valioso , e abraçado o fútil ? Acredito que muitas vezes , nossas prioridades são equivocadas. Talvez , se não acordarmos rapidamente , terá sido tarde demais .
A algum tempo atrás , ouvi uma história que me comoveu e trouxe reflexões profundas sobre o caráter humano .
Havia um homem que possuía um cão , e este fazia parte de seu convívio, desde filhote .Certo dia , em mais uma prova da incrível facilidade humana de alteração de sentimentos e afloramento do egoísmo , aquele homem cansou-se daquele que durante tantos anos lhe foi fiel . Sendo guiado pelo vício de julgar pelas aparências , não encontrando mais nenhuma utilidade naquele cão já velho , resolveu livrar-se dele . Como morava próximo a um riacho , teve o maquiavélico pensamento de se livrar dele colocando-o em um barco , e lançando-o ainda vivo no meio das águas , causando seu afogamento e consequentemente , se livrando daquilo que achava ter se tornado seu " problema " .
Durante o percurso entre a casa e o local onde se encontrava o pequeno barco , o cão como sempre , o seguiu fielmente , demonstrando até um pouco de alegria , imaginando ingenuamente que se tratava de mais um gostoso passeio . Já no meio do rio , talvez começando a perceber a intenção de seu até então amado dono , começou a se debater , resistindo até não aguentar mais, os empurrões que o homem lhe dava em direção às profundas águas . Resistência em vão , pois a força e maldade daquele homem infelizmente acabou vencendo . Já livre do cão , o homem retorna com o barco para a beira do rio , quando percebe a falta de uma corrente que havia ganho de sua mãe ainda criança . Passa então a amaldiçoar o cão , muito nervoso , dizendo-se arrependido do dia em que resolveu pegá-lo para criá-lo , pois imaginava ser ele o responsável pela perda daquele bem tão precioso .
Chega em sua casa , ainda muito bravo , e enquanto retira sua roupa molhada pela chuva que caía naquele dia , ouve um barulho na porta . Assustado e surpreso , fica atônito quando visualiza aquele mesmo cão , já rastejando , praticamente no seu último suspiro , se lançando no tapete da sala , com a corrente em sua boca , numa última atitude de fidelidade , e caindo morto no chão .
Moral da história : A quem , ou , a que , realmente , temos dado valor em nossa vida ? Será que não temos aberto mão muitas vezes do valioso , e abraçado o fútil ? Acredito que muitas vezes , nossas prioridades são equivocadas. Talvez , se não acordarmos rapidamente , terá sido tarde demais .
Um comentário:
Muitaas vezes ligamos mais para os bens materias , mais o que adianta ter tando dinheiro etc .. se não temos amor , alegria , amigos de verdade.
É melhor as vezes voc abrir a mão das coisas materias, antes qe seje tarde de mais!
Postar um comentário